terça-feira, 28 de julho de 2009

PILATES: TRATAMENTO E PREVENÇÃO DE HÉRNIAS DE DISCO


A hérnia de disco é uma patologia da coluna vertebral relacionada ao deslocamento da parte interna do disco intervertebral para fora de seu lugar. Mas antes, vamos entender os conceitos. Entre as vértebras temos os discos intervertebrais, cartilagens fibrosas que acompanham o formato das vértebras e tem como função amortecer impactos, amenizar atritos e permitir maior mobilidade entre as vértebras.

Devido à força da gravidade, tensão do dia-a-dia, vícios/desvios posturais, envelhecimento ou tipo de movimento realizado pelo indivíduo, o espaço entre essas vértebras diminui e o disco é pressionado e até desgastado. Quando este desgaste é muito grande pode ocorrer uma ruptura no anel (a parte externa do disco), deslocando o núcleo discal para fora. Geralmente esse fragmento do disco que escapa comprime alguma(s) raíz(es) do nervo ciático, causando dor em uma das pernas. Dores musculares, pela compensação postural, e formigamentos nos braços também podem acontecer.

Em muitos casos de comprometimento intenso da raiz nervosa, é indicado a cirurgia. Em outros, o tratamento da hérnia de disco pode ser através de medicamentos que reduzem a dor e a inflamação, além de fisioterapia. Entretanto, muitos médicos vêm indicando a prática de PILATES como parte do tratamento devido aos excelentes resultados que o método vem proporcionando a este público também.

O PILATES promove a estabilização da hérnia de disco, possibilitando uma vida saudável e sem dor. O método se fundamenta, entre outros, nas forças centrais do corpo - CORE - que inclui o complexo lombar pélvico dos quadris, ou seja, esses grupos musculares centrais vão absorver grande parte do impacto, estabilizando, sobretudo as articulações da coluna. Além de restabelecer os espaços intervertebrais através do fortalecimento e alongamento dos grupos musculares, resultando em uma maior proteção dos discos intervertebrais e alinhamento da postura adequada. Desta forma, os sintomas que tanto incomodam têm uma melhora significativa, possibilitando as práticas das atividades da vida diária e profissional de forma satisfatória e segura.

quinta-feira, 23 de julho de 2009


A melhoria das condições de saúde e a crescente expectativa de vida no mundo, bem como no Brasil, acarretou o crescimento da população da Terceiria idade e com isso, a elevação da incidência de doenças relacionados a esse período de vida.

Com o envelhecimento, ocorre a diminuição progressiva do equilibro, que consiste na capacidade de manutenção da postura estável, com ou na falta de movimento. Tal diminuição está diretamente relacionada à elevada incidência de quedas observada na população idosa, o que é, atualmente, uma das preocupações dos órgãos de saúde, tanto pela freqüência, quanto pelas conseqüências em relação à qualidade de vida.

A queda em um idoso provoca fraturas, medo de voltar a cair e conseqüente abandono das atividades de vida diária, imobilização e modificação dos hábitos de vida.

É possível diminuir a ocorrência de quedas com cuidados simples, como a revisão dos medicamentos pelo médico e modificações nos domicílios - retirada de tapetes, degraus e colocação de barras de segurança nos banheiros. Outra forma de minimizar as perdas decorrentes do envelhecimento, como as quedas, é a prática de atividades físicas.

Estudos demonstram que idosos sedentários apresentam uma maior prevalência de quedas. A literatura é unânime quanto aos benefícios de uma atividade física bem orientada e balanceada para a terceira idade.

O Pilates é uma boa indicação como prevenção de quedas em idosos, já que o método enfatiza a melhoria da força muscular, equilíbrio e flexibilidade. Os movimentos suaves do pilates fazem com que a prática seja cada vez mais recomendada para a terceira idade.

Vale ressaltar que a prescrição de atividades físicas deve ser feita após a realização de uma avaliação médica criteriosa, evitando assim, o aparecimento de lesões secundárias comuns na população de idosos.

Fonte: Pilates InformaAutor: Nadia Carvalho Machado, fisioterapeuta.

terça-feira, 21 de julho de 2009

PILATES: MOVIMENTO PARA NOSSA SAÚDE ARTICULAR



A base de nossa estrutura corporal são nossos ossos e o que permite a execução de movimentos são as conexões entre eles. As regiões aonde dois ossos se conectam são chamadas juntas ou articulações.

Sílvia Gomes, educadora física e especialista em Biomecânica, explica:

“Essas regiões de contato são envolvidas por uma cápsula articular e ligamentos que as mantém coesas. Os ligamentos e a forma da articulação decidem qual será seu potencial de mobilidade.
A extremidade dos ossos é recoberta por cartilagem, um material lubrificado resistente à pressão. Entre essas superfícies que se conectam forma-se a cápsula que é internamente banhada pelo líquido sinovial. A cartilagem e a sinóvia garantem que o deslizamento entre os ossos seja praticamente livre de atrito.

Quando sentimos nossas articulações rígidas geralmente não é devido propriamente ao seu estado, mas à rigidez / encurtamento de nossos músculos.”

As articulações podem se tornar inflexíveis por decorrência de doenças, como o reumatismo ou a artrite. E nestes casos, o Pilates pode ajudar não só proporcionando alívio, como excelente coadjuvante no tratamento preventivo.

“É importante que utilizemos várias possibilidades de movimento procurando explorar situações que não são comuns no nosso cotidiano, utilizando grandes amplitudes de movimento”, afirma Sílvia.

Por isso a importância de incluirmos em nossa rotina as atividades físicas para que alimentemos nosso corpo também com “movimento”. A prática de Pilates é perfeita para isso, com movimentos suaves, porém profundos, respeitando o limite de cada indivíduo.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

PILATES É ALONGAMENTO?


Muitas vezes pessoas curiosas a respeito do Pilates me perguntam se a técnica se refere a exercícios de alongamento. Essa dúvida me deixa contente, afinal, as pessoas vêem o alongamento como algo positivo.

Elas associam sua situação de rigidez - “Eu sou muito duro!” - diretamente a falta desta capacidade muscular.

Abdallah Achour Jr. Em seu livro Alongamento e Flexibilidade nos fala o seguinte: Não se importe com a conquista de flexibilidade, mas sim com a melhoria na capacidade de movimento. E, quando falamos em praticar Pilates, estamos falando, justamente, em capacidade e organização de movimento.

De maneira geral não utilizamos o alongamento estático – ou seja, manter o aluno numa posição em que se tenha o afastamento das origens de um determinado músculo ou grupo muscular por um tempo determinado até que haja uma resposta plástica da musculatura.

Até é possível no nosso ambiente, assim como no da Musculação, Ginásticas, Natação, etc; propor, em determinados casos, se o professor achar conveniente, um momento deste tipo.Mas não é esse o objetivo e nem uma estratégia usual da aula de Pilates.

Nosso trabalho consiste em oferecer situações de alongamento dinâmico, feitos com leveza, dentro da amplitude fisiológica, considerados funcionais nos movimentos diários. Nesse caso a intenção não é atingir os componentes plásticos do músculo para aumentar a flexibilidade, mas sim os componentes elásticos, garantindo a funcionalidade na amplitude dos movimentos.

Quando uma articulação tem seu arco de movimento limitado, começam a haver compensações. Por exemplo, se houver restrição na flexão do ombro, um indivíduo poderá ter em atividades como se pentear ou tomar banho, aumentada a concavidade na coluna lombar.

Importante ressaltar que o maior número de lesões ocorre nos extremos das amplitudes de movimento. Desta forma, quanto menor a amplitude, mais próximos estaremos, a cada gesto, dessa zona de lesão e, de forma inversa, quanto maior nossa amplitude articular dentro de uma zona fisiológica saudável, menos expostos estaremos a uma lesão.

Outro fator a se considerar é que existe necessidade de carga na cápsula articular para que as propriedades bioquímicas e mecânicas do colágeno se mantenham saudáveis. Caso contrário haverá uma rápida deterioração da articulação que ficará mais suscetível a lesões.

Novamente o ambiente de Pilates entra como forte aliado na melhoria e manutenção da capacidade dos movimentos. Existe uma série de exercícios que associam a amplitude articular fisiológica com descarga de peso.

Autor: Silvia Gomes, educadora física especialista em Biomecânica e instrutora de Pilates

quarta-feira, 15 de julho de 2009

PILATES PARA DORES E PATOLOGIAS TÍPICAS DE DENTISTAS

A odontologia é uma profissão que expõe o dentista a longos períodos de estresse físico e psíquico resultando em dores e possíveis patologias osteomusculares (DORT - Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho).

Estudos classificam os profissionais de odontologia entre os que mais se afastam do trabalho por incapacidade temporária ou permanente, sendo cerca de 30% das causas de abandono prematuro da profissão.

Existem fatores que contribuem para esse fato: falta de intervalos entre atendimentos, falta de alongamentos e repousos, longa jornada de trabalho, a pressão sobre o profissional em seu ambiente de trabalho, falta de exercícios físicos, movimentos repetitivos, uso do mesmo grupo muscular para manter a posição de trabalho e principalmente posturas inadequadas para a execução das tarefas. As regiões mais acometidas pelo DORT em cirurgiões dentistas são: pescoço, punhos, mãos, ombros e região da coluna cervical e lombar.

O MÉTODO PILATES tem sido uma alternativa de condicionamento muscular procurado por muitos profissionais da área para a manutenção da boa postura, prevenir lesões, manter seu corpo saudável e mais resistente. A incorporação do método nos exercícios de solo e aparelhos permitirá que o praticante tenha um padrão postural melhor; aumente a flexibilidade e força de forma global; potencialize a coordenação motora e consciência corporal. O músculo alongado e resistente produz força com menor fadiga e transfere menor carga às junções miotendíneas e osteotendíneas (estruturas anatômicas dos músculos), prevenindo lesões.

Para esse público, é preciso enfatizar os grupos musculares estabilizadores da coluna, cintura escapular e membros superiores, já que assumem posições estáticas por um longo período. A respiração, a concentração e a fluidez de movimentos são princípios do método para existir uma conexão entre mente e corpo, dissipando tensões e stress, melhorando a disposição do dia-a-dia.

O método não possui contra-indicação e pode ser utilizado por pessoas de todas as idades e todos os níveis de condição física, desde o sedentário, até o atleta de alto nível.

sábado, 11 de julho de 2009

PREVENÇÃO DO CÂNCER DE MAMA: PRATIQUE EXERCÍCIO, EXPERIMENTE PILATES!!!


Mulheres que começam a praticar exercícios na infância e não abandonam o hábito ao longo da vida têm um risco menor de morrer de câncer de mama. Este é o resultado de uma pesquisa feita pelo Alberta Health Services em Calgary, no Canadá, que acompanhou 1.231 mulheres com câncer de mama ao longo de cerca de oito anos.

As mulheres que tinham o hábito de praticar em média 4 horas de exercícios físicos moderados ao longo da semana desde a infância ou a adolescência tinham um risco até 44% menor de morrer em decorrência de um tumor nos seios, afirma a pesquisadora Christine Friedenreich, que coordenou o estudo.

A prática freqüente de exercícios como Pilates, que alia condicionamento físico, respiratório e é também um momento de relaxamento de corpo e mente, é importante para o desenvolvimento de uma vida saudável e um organismo fortalecido.

Para a médica, o resultado da pesquisa mostra que “levar uma vida ativa antes do diagnóstico do câncer de mama pode aumentar as chances de sobrevivência após o aparecimento do tumor”.

A pesquisa canadense acompanhou 1,231 mulheres com câncer de mama. As participantes tinham idade média de 56 anos. Ao longo dos 8,3 anos de pesquisa, 341 mulheres morreram (223 de câncer de mama) e 327 tiveram a doença novamente. Comparadas com as menos ativas (que faziam até 1.4 horas de atividade física por semana), as que praticavam mais de 4 horas semanais tinham um risco 34% menor de ter câncer de mama, e 44% menos chance de morrer por causa do tumor.

Christine Friedenreich afirma que não há dúvidas que a atividade física tem efeito protetor na saúde feminina, mas que ainda é necessário fazer mais pesquisas para identificar a quantidade ideal de atividade física que as mulheres que querem reduzir o risco da doença devem praticar.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

PILATES COMO TRATAMENTO PREVENTIVO PARA DESVIOS POSTURAIS NA INFÂNCIA



A rotina de muitas crianças do século XXI tem sido pouco saudável. Esse público que nasceu no meio do incessante avanço tecnológico, também acaba por se acomodar diante das facilidades que nos são disponibilizadas, conduzindo a várias conseqüências maléficas à saúde.


Um dos reflexos desse fato é a taxa crescente de crianças com diagnósticos de patologia na coluna vertebral. É importante que se identifiquem os desvios posturais o mais cedo possível e encaminhe a criança a um profissional especializado, para evitar que o problema se agrave.


O PILATES poderá corrigir ou amenizar consideravelmente o problema através do reequilíbrio das cadeias musculares, realinhamento corporal e consciência corporal, eliminando possíveis dores.


Serão administrados exercícios que desafiam a coordenação e equilíbrio de maneira lúdica e desafiadora, ativando músculos estratégicos a fim de fortalecer e alongar. Uma vez o corpo equilibrado, e a assimilação da maneira correta de posicionar o corpo nas diversas situações, condicionará essa criança a ter uma postura saudável em sua vida adulta.


Fique atento e confira os principais motivos que levam a problemas na coluna vertebral durante a infância:


· Sedentarismo;
· Má alimentação;
· Obesidade;
· Desequilíbrio das cadeias musculares;
· Subdesenvolvimento das capacidades físicas;
· Má educação postural;
· Facilidade e comodidade ao deixar a criança assistir TV, navegar na internet ou jogar vídeo games por horas seguidas;
· Baixa auto-estima e ausência dos pais;
· Mesas de estudo ergonomicamente impróprias;
· Peso impróprio das mochilas escolares.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

PADRÕES RESPIRATÓRIOS NA PRÁTICA DE PILATES



Assim como a ioga, a técnica do Pilates dá grande atenção à forma de respirar.

Os padrões respiratórios preconizados pelas duas práticas buscam uma respiração mais completa, que preencha totalmente a cavidade pulmonar. Mas há duas diferenças básicas na forma de se obter isso.

Diferentemente da ioga, o processo ideal do Pilates não é todo feito pelo nariz, apenas a inspiração -a expiração é sempre pela boca. A intenção é expulsar uma maior quantidade de ar com pressão e força.

“A pressão é feita expulsando o ar com os lábios contraídos, como quando assopramos para apagar uma vela. Essa forma de soltar o ar com força aciona a musculatura profunda do abdômen”, diz Renata Gailey, gerente técnica do Pilates Studio Fit.

A outra diferença importante é que, no Pilates, a respiração não é abdominal ou diafragmática, embora esse músculo seja acionado. Segundo Gailey, há três formas de respirar: na parte alta do tórax, na parte baixa da caixa torácica (costelas inferiores) ou na cavidade abdominal.

“Na respiração alta, não utilizamos toda a capacidade pulmonar e acionamos musculaturas erradas, acumulando tensão nos ombros e no pescoço. Na respiração abdominal, os músculos do abdômen e da região lombar relaxam, dificultando a estabilização do corpo”, diz Gailey.

O padrão respiratório proposto pelo Pilates é chamado respiração tridimensional: a caixa torácica é empurrada para o lado e para trás, com a ação do diafragma e dos músculos intercostais, mas os músculos abdominais e do assoalho pélvico mantêm-se contraídos.

Fonte: Iara Biderman, para A Folha de São Paulo

terça-feira, 7 de julho de 2009

TRATAMENTO DE ALTERAÇÕES POSTURAIS EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES ATRAVÉS DO MÉTODO PILATES

O método Pilates permite uma abordagem funcional ampla, sistemática e integrada, desenvolvendo forças de aceleração, desaceleração e estabilização dinâmica, na cadeia cinética de forma suave, coordenada e eficiente. O método foi criado com base no que Joseph Pilates denominou Contrologia, que é o controle consciente de todos os movimentos musculares do corpo.

O Pilates também é utilizado terapeuticamente na reabilitação de alterações posturais. De acordo com Shouchard, 1996, a estrutura musculoesquelética é a carcaça do nosso corpo. Ela determina sua forma, influencia as funções, condiciona os movimentos e pode alterar o psiquismo. Sua deformação é dispendiosa em energia e pertuba obrigatoriamente a sensibilidade.

A postura envolve uma relação dinâmica na qual as partes do corpo, principalmente os músculos esqueléticos se adaptam em respostas a estímulos recebidos. Muitas alterações posturais, em especial aquelas relacionadas com a coluna vertebral, têm sua origem no período de crescimento e desenvolvimento corporais, ou seja, na infância e na adolescência. Durante essas fases, os indivíduos estão sujeitos a situações de riscos para a coluna, principalmente aqueles relacionados à utilização de mochilas e à postura sentada (para assistir televisão e utilizar o computador, por exemplo).

Há uma alta prevalência de alterações posturais de coluna entre crianças e adolescentes. Um estudo com escolares de 7 a 14 anos demonstrou que 84,9% das crianças apresentavam protrusão de ombros e hipercifose dorsal. Um outro estudo envolvendo escolares de 6 a 17 anos de idade apresentou hipercifose em 20,9%, com predominância no sexo masculino.

Antigamente, o processo de reabilitação concentrava-se na restauração da força e resistência muscular e da flexibilidade sem levar em conta à função do mecanismo neuromuscular, resultando muitas vezes, em restauração incompleta da capacidade da articulação.

A técnica do Pilates tem como principal componente a associação do trabalho concêntrico, excêntrico e controle neuromuscular, o que permite o melhor ganho de força, flexibilidade e estabilização dinâmica, favorecendo dessa forma uma grande eficácia na reorganização musculoesquelética estabelecida do paciente.

domingo, 5 de julho de 2009

MELHORANDO SUA VIDA SEXUAL COM PILATES




Deseja saber como fazer para melhorar sua vida sexual? Vamos pensar juntos.

Se sexo bom é uma receita, aqui estão alguns dos ingredientes que podem ir em uma deliciosa porção de sexo: misture alguns abdominais fortes com uma musculatura tonificada da área pélvica, um quadril solto, um pouco de cuidado ao corpo e uma pitada de concentração, misture tudo com uma boa oxigenação e… voila! Uma vida sexual melhorada.

Espere um minuto… estes ingredientes são também os maiores benefícios de uma rotina regular de exercícios de Pilates.

Sim, é verdade. Pilates é bom para sua vida sexual!

Estudos mostram que a chave para uma vida sexual melhor é um corpo saudável e em forma.
Por causa do óbvio, e não tão óbvio assim, o alongamento corporal é um benefício de uma rotina regular de Pilates.

Exercícios de pilates podem mostrar como ter uma vida sexual melhor.

Primeiramente, vamos falar da musculatura pélvica. Você sabe que músculos são estes? Tente o seguinte: pense nos músculos que fazem você parar de urinar quando deseja. Você está apertando eles agora? Estes são seus músculos pélvicos. Eles funcionam como uma rede, que sustentam você desde abaixo de sua pélvis.

Uma musculatura pélvica fortificada é igual a orgasmos mais intensos. É um fato. Músculos abdominais fortalecidos ajudam a sustentar o ato sexual.

“CORE” fortalecido é igual a movimentos fortes por um período mais longo.

Pense em uma dançarina do ventre e o controle que ela possui sobre o seu “CORE”. Aquele movimento ondulado é criado de uma musculatura fortalecida do “CORE” e anos de prática. Pilates pode oferecer o mesmo controle.

E quanto à flexibilidade? Quer tentar algumas daquelas fabulosas posições Kama Sutra, mas mal consegue erguer sua perna sobre a cabeça? Pilates melhora sua flexibilidade geral. Quadris mais soltos lhe dão maior facilidade de movimentos e deixam seu corpo mais leve. Alguns benefícios menos óbvios do Pilates e como obter um sexo de melhor qualidade tem a ver com a oxigenação.

Pilates requer uma respiração bem profunda, ás vezes sustentada. Isso oxigena seu sangue e manda oxigênio mais rapidamente para seus músculos.

O aumento da oxigenação sanguínea que se consegue com os exercícios de Pilates também pode beneficiar homens com problemas de ereção.Geralmente, e olha que eu não sou “expert”, um aumento na oxigenação do sangue em certas áreas de corpo de um homem, e você sabe onde quero chegar, é tudo que se necessita para melhorar a força. Um corpo mais forte também permite um melhor desempenho e uma melhora no sentimento de bem estar.

Sexo é muitas vezes mais mental do que físico. Todos sabem que um pouco de concentração mental pode dar um “boom” em sua experiência. Exercícios de Pilates utilizam imagens para alcançar a forma e o sentimento correto para cada exercício.

Não só todos os benefícios do Pilates e de como ter uma vida sexual melhor são físicos. A força mental requerida durante uma prática de Pilates também pode ser usado em seu ato sexual.

Joseph Pilates declarou que os cinco princípios básicos de seus exercícios são concentração, controle, centralização, fluidez e respiração. Todos muito bons complementos de como ter uma vida sexual melhor.

É controle o que importa aqui. Joseph Pilates primeiramente chamou seu método de “Centralização”. Sim, ele foi um fanático por controle, mas de um modo bom!

Seja o mestre de seu corpo e mente e você terá controle em todas as áreas de sua vida. Pilates é o caminho para uma vida sexual melhor.

PILATES: INSPIRAÇÃO E SUPERAÇÃO!!!

O alemão Joseph Pilates, criador do método que leva seu nome, sofria de asma quando criança e tinha o corpo debilitado. Sua história poderia ter sido como a de muita gente que passou por problemas semelhantes – a impossibilidade de fazer exercícios físicos transformada em uma infância dedicada aos livros seguida de carreira intelectual. Pilates não. Ele experimentou ginástica, mergulho, esqui e boxe e encontrou formas de superar suas limitações.

Exilado durante a Primeira Guerra na Inglaterra, trabalhou como enfermeiro e começou a usar molas para ajudar os soldados mutilados a mexer o corpo. Mais uma vez Pilates estava empenhado em ir além dos limites, dessa vez dos alheios.Essa experiência foi a base que ele utilizou para desenvolver o que seriam os aparelhos usados hoje nas aulas de Pilates.

É sobre eles (e, principalmente, com a ajuda deles) que são realizados os exercícios coreografados em ângulos exatos, ao mesmo tempo em que a respiração é controlada e o abdômen, contraído. Trata-se de um excelente método para ganhar uma barriga bem enxuta. Ele ainda torna flexíveis os músculos que sustentam a coluna, definindo melhor a postura.

O encontro da bailarina Carmen de Andrade com as aulas de Pilates aconteceu por causa de uma contusão no tornozelo, nove anos atrás. Foi procurando curar-se do problema que ela conheceu uma das mestras do método no Brasil. Carmen se apaixonou tanto pelos exercícios que se tornou professora do The Pilates Studio Brasil, onde se aplicam os princípios mais antigos do método.

Então você já entendeu: Pilates de verdade precisa de aparelhos e um instrutor. Por isso, nem tente imitar em casa as posturas que mostramos aqui, sem orientação adequada. Elas estão aí para inspirar você – e convidá-la a, como Pilates, ir em busca de ultrapassar seus limites.

Fonte: gloss.abril.com.br

OLHA A POSTURA!!!

Retirado do blog pilates espaço.


"ENDIREITA AS COSTAS!!!



Quem já não ouviu essas frases?
E vamos combinar: coisa bem mais fácil de falar do que fazer!

A resposta motora à essas perguntas é, geralmente , um espremer de escápulas na tentativa de abrir na marra um peito que não está pronto para isso e não vai ceder por mais do que alguns segundos.

Também tem aqueles casos de quem ouviu tanto a famosa frase e suas variações que consegue manter as escápulas amarradas lá atrás por anos (ou até pela vida toda).

São tentativas de organizar a postura utilizando músculos grandes, que não tem essa função e só geram mais desconforto e tensão. O fato é que manter uma postura bacana, o que inclui ombros relaxados, peito e costas amplos, não é coisa tão simples quando levamos anos construindo o que somos e como estamos hoje.

Quando me pedem dicas para organizar a postura em pé, eu sempre me remeto ao crescer.
"Mas crescer para onde", me perguntam?
Para o céu, para o teto, em direção a qualquer coisa que esteja acima. Pensar na cabeça como um balão de gás (já dei essa dica no movimento da cabeça) que realmente te suspende, te leva para cima.

Associe-se a esse "crescer" o soltar os ombros: relaxá-los, amaciá-los, suavizá-los, derretê-los.
Lembrem-se: ombros soltos, para baixo e cabeça flutuante, para cima.

A idéia é ir no sentido contrário à gravidade: ela puxa para baixo, então nós iremos para cima descobrindo os espaços de nossas articulações e abrindo espaço no ar, ocupando-o.

sábado, 4 de julho de 2009

POR QUE É TÃO IMPORTANTE MANTER A COLUNA ALINHADA?

Retirado do blog pilatespaço.

Nossa coluna vertebral é formada por uma série de vértebras empilhadas.

Entre cada vértebra situa-se um disco fibrocartilaginoso chamado disco intervertebral. A função deste disco é absorver impactos.

A melhor posição para este disco receber e distribuir qualquer impac to ou sobrecarga, é quando a coluna está em seu alinhamento longitudinal como mostra a figura.

É preciso lembrar que a parte posterior das vértebras quando empilhadas formam um canal denominado canal vertebral por onde passa, nada menos, que nossa medula espinhal, ou seja, toda a fiação elétrica que conduz todos os estímulos do cérebro para o corpo e vice-versa.
Cada vento que sentimos no rosto, cada pequeno gesto que executamos só acontece por esse canal de comunicação nervosa.

Quando flexionamos a coluna anteriormente o disco é “pinçado” na frente e “alongado” atrás como mostra a figura. Além dos discos, ligamentos e músculos, profundos e superficiais, fixos na parte de trás vértebras, também são tracionados inclusive para limitar essa flexão.Ou seja, cair com o tronco em flexão para frente NÃO ALONGA, TENSIONA!
Quando mantemos uma posição de flexão por tempo demasiado, por exemplo sentados em sofás macios, ou mal sentados em cadeiras de trabalho, ou ainda quando praticamos exercícios com flexões de grande amplitude na intenção de alongar, colocamos nossa coluna em risco.

Os ligamentos intervertebrais posteriores não são tão potentes para freiar estas inclinações. Será necessária uma ativação efetiva da musculatura que, por sua vez, após um tempo poderá entrar em fadiga gerando dores difusas, a lombalgia.

Os ligamentos, por sua vez, podem estirar-se inflamando. Um pequeno aumento de seu volume já é suficiente para pinçar a região dos nervos causando dores como a famosa ciática.

Além dessas estruturas, o próprio núcleo do disco pode ser projetado para trás, como acontece com a maionese do hambúrguer quando damos uma dentada de um dos lados. Neste caso, o extravasamento do material discal chama hérnia de disco e acarreta DOR.

Por isso é tão importante nos sentarmos bem procurando nossos ísquios (sitz bones – ossos de sentar), carregarmos peso o mais próximo possível da coluna procurando mantê-la neutra e evitarmos flexioná-la quando não há necessidade. Isso inclui exercícios com flexão excessiva da coluna.

Lembrem-se quando queremos alongar, por exemplo, a musculatura posterior das pernas, não é necessária a flexão da coluna.

E alongar a musculatura do tronco é mais saudável em situações de descarga, ou seja, sem sobrecarga (como pendurar-se para frente por exemplo).

sexta-feira, 3 de julho de 2009

PILATES NA RECUPERAÇÃO DO CÂNCER DE MAMA


Após o câncer da mama, os indivíduos podem temer regressarem ao exercício.


O Pilates pode proporcionar uma suave recomeço em qualquer fase da recuperação. Se o paciente consegue deitar-se de costas e respirar, ele pode começar Pilates! Um professor capacitado pode criar um programa específico para o paciente ir progredindo lentamente.


Sendo sido diagnosticado o câncer e tendo submetido-se aos tratamentos evasivos , o paciente pode sentir-se deslocado do próprio corpo. O Pilates pode amenizar esta separação mente-corpo, incentivando o movimento consciente de cada membro, concentrando-se na qualidade do movimento e não nas repetições. Enfatizando a sensação obtida com cada movimento, ao invés da aparência, o paciente vai aos poucos restaurando a confiança em si mesmo.


Devido à redução da atividade física e efeitos da cirurgia, muitos sobreviventes do câncer da mama notam que a sua postura se deteriorou, com arredondamento da parte superior das costas e ombros caídos. Centrando-se na postura e alinhamento, o Pilates primeiro ensina o corpo como retomar a postura ereta e em seguida, através do reforço de volta aos exercícios, fornece a força necessária para que o indivíduo seja capaz de manter essa postura.


Movimentos com ombros e braços podem ser restringidos após a cirurgia da mama. Com a prática progressiva do Pilates, o paciente vai aumentando lentamente a amplitude de movimento sempre respeitando seu limite. O foco está sempre sobre a qualidade do movimento e não no ponto final.O objetivo não é chegar de A a B. Mas sim começar e tentar chegar à B sempre pensando em como se está se sentindo.


Como com qualquer exercício, o paciente deve consultar seu médico antes de começar as aulas. E da mesma forma, assegurar-se de que o instrutor de Pilates escolhido seja capacitado profissionalmente e tenha conhecimento sobre recuperação cirúrgica. Para casos de reabilitação, é melhor começar com aulas individuais e só depois da recuperação partir para aulas de grupo.
E lembre-se: os exercícios de Pilates não devem causar dor e um instrutor bem preparado saberá adaptar o exercício para cada corpo.

ESTENOSE LOMBAR E PILATES



De acordo com o The Mayo Clinic, quatro entre cinco adultos sofrem de dor nas costas pelo menos uma vez na vida.

É comum instrutores de Pilates encontrarem alunos com dores na coluna lombar, mas é extremamente importante ter um diagnostico médico para saber a origem da dor e conseqüentemente, poder prescrever os exercícios ideais.

Em alguns casos é importante trabalhar a mobilidade articular, em outros pode ser extremamente contra-indicado. Por isso devemos sempre nos informar sobre a origem da dor, se possível conversar com o médico do aluno e assim poder evitar os exercícios contra-indicados.
Nesta matéria o foco está na Estenose Lombar. A informação aqui é generalizada, por isso recomendamos que se tenha sempre um diálogo para poder entender melhor às necessidades do cliente.

A estenose lombar é diagnosticada por um médico através de ressonância magnética ou tomografia e pode ter diferentes classificações. O fator comum é o estreitamento do canal vertebral lombar, o que provoca pressão na medula espinhal.

A pressão causa dores na região lombar, que muitas vezes pode se expandir para os membros inferiores. Por esta razão, às vezes é diagnosticada erroneamente como ciática.

“A medula espinhal é uma extensão do cérebro e é protegida pela coluna vertebral. A coluna vertebral é dividida em quatro segmentos que se movem em flexão antero-posterior e lateral, extensão e rotação. Raízes nervosas localizam-se entre as vértebras para enervar os membros inferiores e produzir sensações e movimento”. (Kibler, 1998)

Quando a medula espinhal é pressionada a sensação pode se expandir para as regiões que são enervadas pelas raízes do nervo afetado. Pacientes com estenose lombar podem sentir dores na coluna lombar, glúteos, região posterior da coxa e panturrilhas. Também possuem sensações de fraqueza nos membros inferiores e normalmente se sentem mais confortáveis em posições de flexão do tronco.

Por causa da dor a inatividade é comum. Razão pela qual os alunos com estenose normalmente tem limitação na flexibilidade e força. É recomendado o fortalecimento dos músculos extensores da coluna, abdominais e dos membros inferiores, além de alongamento do piriforme e supra espinhal.

Um fator importante nos períodos de dor aguda é evitar a mobilização excessiva da coluna vertebral e a carga excessiva que provoque compressão intradiscal. Exercícios de estabilização como o Leg circles ou Dead bug com pouca alavanca são bons exemplos de fortalecimento do centro com estabilização da coluna.

Autor: Africa Alarcon - africa@golfepilates.com Fonte: North American Spine Socitey